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Indústria

Jogador de Poker Processado por Conselho de Condominio em Manhattan por Fumar Maconha

O conselho de um condominio de luxo em Manhattan processou o jogador de poker Chau Shing Lam, alegando que ele fuma maconha e tabaco quase todos os dias, causa barulho excessivo e acumulou mais de 87…

AceOfShades
Por · 5 min de leitura
Jogador de Poker Processado por Conselho de Condominio em Manhattan por Fumar Maconha

Um jogador de poker processado por seus vizinhos virou assunto fora das mesas em Manhattan. O condomínio de luxo onde ele mora entrou na Justiça contra Chau Shing Lam, profissional com mais de 300 mil dólares em premiações registradas em torneios ao vivo, alegando que o hábito de fumar maconha e tabaco do jogador tornou a convivência insustentável para os moradores vizinhos.

Quem é Chau Shing Lam

Lam não é um nome desconhecido nos circuitos de torneios. Segundo os números citados pelo PokerNews, ele acumula mais de 300 mil dólares em cashes registrados pelo Hendon Mob e já disputou edições da World Series of Poker e da WSOP Europe. Quem quiser entender melhor a estrutura desses eventos e como um buy in relativamente modesto pode se transformar em uma premiação que muda uma carreira pode conferir o Guia da WSOP da Poker Pro Academy.

Neste verão do hemisfério norte, Lam manteve uma agenda cheia longe dos tribunais. Ele registrou sete cashes na etapa de verão do Red Dragon Poker Tour em Jeju, na Coreia do Sul, e somou quatro premiações na etapa de Monte Carlo do European Poker Tour da PokerStars, em maio, de acordo com a reportagem.

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O Jogador de Poker Processado e os Detalhes do Processo

A ação foi movida em 17 de julho pelo Conselho de Administração do condomínio 368 Third Avenue, prédio onde Lam possui uma unidade avaliada em cerca de 4 milhões de dólares. O documento afirma que Lam fuma maconha e tabaco “quase todos os dias e a qualquer hora do dia ou da noite”, o que, segundo a petição, faz a fumaça se infiltrar em unidades vizinhas e em áreas comuns do prédio.

O processo também traz uma reclamação separada sobre barulho, afirmando que o morador “provoca perturbações excessivas de ruído”. Vizinhos citados nos documentos judiciais descrevem “batidas altas, correria e gritos” vindos da unidade de Lam durante a madrugada.

Dados de Qualidade do Ar e uma Preocupação Médica

Além do cheiro e do barulho, a petição se apoia fortemente em dados de monitoramento de qualidade do ar coletados em uma unidade vizinha. Esses dados mostrariam picos repetidos de PM2.5, o material particulado fino associado à fumaça de segunda mão, descritos no processo como compatíveis com fumaça vinda da residência de Lam.

O caso também tem um componente médico. Segundo os registros do processo, há uma declaração de um pediatra que trata uma criança de 12 anos prestes a se mudar para uma unidade ao lado da de Lam. O documento médico recomenda que sejam tomadas todas as medidas razoáveis para eliminar a exposição da criança à fumaça de segunda mão, citando uma condição respiratória diagnosticada. A petição do condomínio descreve a qualidade do ar atual como prejudicial aos moradores em geral e especialmente arriscada para essa criança.

As Multas e a Cifra de 87 Mil Dólares

O conselho do condomínio afirma que essa não é a primeira tentativa de resolver o problema internamente. De acordo com o processo, Lam recebeu mais de uma dezena de notificações por infração ao longo de aproximadamente dois anos e acumulou mais de 87 mil dólares em multas, valor que coincide com a quantia citada na própria ação judicial. A petição também informa que Lam já perdeu acesso a algumas comodidades do prédio por causa das infrações contínuas.

Em vez de continuar aplicando multas internamente, o conselho agora pede que a Justiça intervenha. A administração quer que um juiz determine o pagamento das penalidades pendentes e o fim do hábito de fumar que motivou o processo, segundo a reportagem.

O Que Vem a Seguir

Até o momento desta publicação, o caso segue como uma disputa civil ativa em Nova York, sem decisão judicial sobre os pedidos do condomínio. O PokerNews informou que a disputa avança tanto pelo processo interno de infrações do condomínio quanto pela ação judicial recém protocolada, e não houve resposta pública de Lam sobre as acusações até agora.

Para uma comunidade acostumada a discutir bad beats e variância, o caso serve de lembrete de que disputas fora das mesas, envolvendo moradia, impostos ou logística de viagens, também fazem parte da rotina de um jogador profissional. Os fãs que acompanham os resultados de Lam devem continuar vendo seu nome em torneios, já que nada no processo afeta sua elegibilidade para jogar.

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Perguntas Frequentes

Quem esta processando o jogador de poker neste caso?

O Conselho de Administracao do condominio 368 Third Avenue, em Manhattan, entrou com a acao contra o morador e jogador de poker Chau Shing Lam.

Do que Chau Shing Lam e acusado?

O processo alega que ele fuma maconha e tabaco quase todos os dias, com fumaca se infiltrando em unidades vizinhas, alem de ruido excessivo, e cita dados de qualidade do ar e uma preocupacao medica envolvendo uma crianca com condicao respiratoria.

Qual e o valor envolvido no processo?

A peticao do condominio busca recuperar mais de 87 mil dolares em multas acumuladas, ligadas a mais de uma dezena de infracoes registradas ao longo de cerca de dois anos.

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